Cálcio Carbonato

Cálcio carbonato é a forma de cálcio com maior concentração de cálcio elementar, cerca de 40% do peso do comprimido. É usado para complementar a ingestão diária quando a alimentação não cobre a necessidade, com participação bem estabelecida na saúde óssea, na contração muscular e na coagulação sanguínea. A evidência de eficácia para densidade óssea é sólida em ensaios clínicos randomizados, mas essa forma tem uma particularidade de uso que muda a recomendação para parte das pessoas: ela depende de acidez estomacal para ser bem absorvida.

Suplemento não trata, não cura e não previne doença. O que segue é o que a evidência disponível mostra, com as devidas ressalvas.

Revisão técnica: Danielle Lima, Farmacêutica Clínica (CRF-102017). Publicado em 15 de julho de 2026.

Cálcio

O cálcio é um mineral essencial para a nossa saúde, sendo um dos mais abundantes no nosso corpo, e atua em diversas funções biológicas. Ele é benéfico principalmente para a saúde óssea e muscular, além de ser indispensável durante a gestação. Além de seu papel estrutural na formação e manutenção dos ossos e dentes, também está envolvido nos processos de contração muscular, contração vascular e vasodilatação, coagulação sanguínea e transmissão de impulsos nervosos, entre outras funções.

Principalmente encontrado no leite e derivados, também pode ser obtido através da suplementação. Nosso Citrato de Cálcio foi testado em laboratório para garantir maior qualidade e ação no organismo. Devido a seu formato molecular como citrato, o mineral se torna mais biodisponível, melhorando a absorção e evitando irritabilidades ou desconfortos gástricos.

Embora existam vários fármacos à base de cálcio para reposição do organismo, existem diferenças entre eles nas vias de administração, proporção de cálcio por grama, velocidade e quantidade absorvida, sendo às vezes, com indicação terapêutica diferente. O Citrato de Cálcio contém 40% de cálcio elementar e, portanto, fornece uma grande quantidade de cálcio em uma pequena porção.  

A ingestão de cálcio recomendada é de 1000 mg por dia para adultos até 50 anos de idade e 1200 mg por dia para adultos com idade superior a 50 anos. Nesse sentido, o baixo consumo de cálcio está relacionado a vários efeitos maléficos, em destaque para a ruptura de cálcio dos ossos, levando a descalcificação de estruturas funcionais do organismo. Desta forma, para os indivíduos com consumo insuficiente recomenda-se suplementação periódica de mineral.  

Estudos sobre Cálcio

Prevenção da osteoporose

Estudos demonstram que a suplementação de cálcio pode auxiliar na prevenção e tratamento de osteoporose, evitando quedas e fraturas bem como, atuando como complemento das necessidades orgânicas de cálcio, em estados deficientes e para o tratamento de hipocalcemia.

Um estudo randomizado controlado, 1471 mulheres pós-menopáusicas saudáveis ​​(com idade de 74 +/- 4 anos) foram submetidas a suplementação de 1g/dia de cálcio com objetivo de avaliar os efeitos na densidade óssea e incidência de fratura ao longo de 5 anos. Como resultado do estudo, a suplementação de cálcio teve um efeito benéfico significativo na densidade óssea e na alta renovação óssea, sendo esta um fator de risco de fratura por si só.  

Em concordância com esses achados, em um estudo clínico duplo-cego, randomizado e controlado, desta vez realizado com 323 homens, a suplementação de 600 ou 1200 mg de cálcio ou placebo diariamente foi realizada por um período de 2 anos. A densitometria óssea no final do estudo aumentou significativamente para o grupo que recebeu o suplemento em relação ao placebo (1–1,5%).

Uma meta-análise de 2012 incluindo todos os ensaios clínicos randomizados até a data de publicação, nos quais o cálcio foi utilizado para prevenir fraturas e perda óssea osteoporótica foram avaliados. 29 estudos clínicos randomizados (n = 63.897) Como resultado da pesquisa, nos estudos que relataram fratura como resultado (17 estudos, n = 52 625), o tratamento foi associado a uma redução de risco de 12% em fraturas de todos os tipos. Nos estudos que relataram a densidade mineral óssea como resultado (23 estudos, n = 41 419), o tratamento foi associado a uma taxa reduzida de perda óssea de 0,54% no quadril e 1,19% na coluna vertebral.

Desta forma as evidências mostram que pode-se esperar que os suplementos de cálcio melhoram a densidade mineral óssea a longo prazo e diminuem o risco de fratura.  

Referências:

1 Dietary Reference Intakes for Calcium and Vitamin D.

Institute of Medicine (US) Committee to Review Dietary Reference Intakes for Vitamin D and Calcium - 2011

2 Randomized controlled trial of calcium supplementation in healthy, nonosteoporotic, older men.

Reid IR, Ames R, Mason B, Reid HE, Bacon CJ, Bolland MJ, Gamble GD, Grey A, Horne A - 2008

3 Long-term effects of calcium supplementation on serum parathyroid hormone level, bone turnover, and bone loss in elderly women.

Riggs BL, O'Fallon WM, Muhs J, O'Connor MK, Kumar R, Melton LJ 3rd - 1998

4 Use of calcium or calcium in combination with vitamin D supplementation to prevent fractures and bone loss in people aged 50 years and older: a meta-analysis.

Tang BM, Eslick GD, Nowson C, Smith C, Bensoussan A - 2007

Cálcio e menopausa

No período da menopausa, as alterações hormonais intrínsecas do processo fisiológico levam à piora da absorção de cálcio pelo organismo. Estudos avaliam os efeitos na suplementação para essa amostra populacional, categorizado como grupo de risco para osteoporose.

Os ensaios clínicos randomizados demonstraram que a suplementação de cálcio diminui a perda óssea na pós-menopausa. Um estudo avaliou os efeitos da administração de 1g de cálcio por mulheres na pós-menopausa (± 58 anos) durante 2 anos na perda óssea. Como resultado, a suplementação levou à diminuição da taxa média de perda de densidade mineral óssea corporal total em 43%. Em um estudo da mesma faixa etária 1 ano de suplementação de 1600 mg de cálcio foi associado a diferenças na densitometria óssea de 2% na coluna em comparação com o placebo.

Referências:

1 A 4-year follow-up study of the effects of calcium supplementation on bone density in elderly postmenopausal women.

Devine A, Dick IM, Heal SJ, Criddle RA, Prince RL - 1997

2 Effect of calcium supplementation on bone loss in postmenopausal women.

Reid IR, Ames RW, Evans MC, Gamble GD, Sharpe SJ - 1993

3 Randomized controlled trial of calcium in healthy older women.

Reid IR, Mason B, Horne A, Ames R, Reid HE, Bava U, Bolland MJ, Gamble GD - 2006

Cálcio e melhora da TPM

Pesquisas nos últimos anos sugerem que uma variedade de nutrientes pode ter um papel importante no humor relacionado à fase de distúrbios comportamentais da síndrome pré-menstrual. Os hormônios ovarianos influenciam o metabolismo de cálcio, magnésio e vitamina D. O estrogênio regula o metabolismo de cálcio, a absorção intestinal de cálcio e a expressão e secreção do gene da paratireóide, desencadeando flutuações ao longo do ciclo menstrual. Nesse sentido, alterações no metabolismo do cálcio têm sido associadas a muitos distúrbios afetivos.

Para avaliar o efeito do carbonato de cálcio nas fases lútea e menstrual do ciclo menstrual, um estudo duplo-cego, controlado por placebo, foi realizado em 497 mulheres saudáveis com idades entre 18 e 45 anos. Durante a fase lútea do ciclo do tratamento, uma pontuação média significativamente menor dos sintomas foi observada no grupo tratado com cálcio. No terceiro ciclo do tratamento, o cálcio resultou efetivamente em uma redução geral de 48% nos escores totais em comparação com redução de 30% no placebo.

Além disso, um estudo realizado em 210 estudantes do sexo feminino teve como objetivo investigar os efeitos do cálcio e da vitamina B1. O grupo 1 recebeu um comprimido contendo 100mg de vitamina B1, o grupo 2 recebeu 500mg de cálcio e o grupo 3 recebeu placebo. Depois de 2 meses, a redução dos sintomas foi melhor nos grupos que receberam suplementos. Tanto a vitamina B1 quanto o cálcio tiveram efeitos na melhora dos sintomas físicos da TPM, mas o cálcio reduziu os sintomas psicológicos melhor do que a vitamina B1.

Por fim, um estudo duplo-cego realizado com 66 estudantes que receberam 500 mg de carbonato de cálcio durante dois meses demonstrou diferenças significativas entre o primeiro e o segundo ciclo menstrual após a intervenção, com diferenças significativas nos sintomas de ansiedade, depressão, alterações emocionais, retenção hídrica e alterações somáticas no grupo cálcio em comparação com o grupo placebo nos ciclos menstruais, sugerindo que o cálcio é eficaz para reduzir os transtornos de humor durante a TPM.

Referências:

1 Comparing the effects of vitamin B1 and calcium on Premenstrual syndrome (PMS) among female students, Ilam‑Iran.

Samieipour S, Kiani F, Babaei Heydarabadi A, Tavassoli E - 2016

2 Effect of calcium on premenstrual syndrome: A double‑blind randomized clinical trial.

Shobeiri F, Araste FE, Ebrahimi R, Jenabi E, Nazari M - 2017

3 Calcium carbonate and the premenstrual syndrome: effects on premenstrual and menstrual symptoms. Premenstrual Syndrome Study Group.

Thys-Jacobs S, Starkey P, Bernstein D, Tian J - 1998

Contraindicações e interações

Carbonato depende de acidez estomacal para ser absorvido, o citrato não. O carbonato de cálcio só se dissolve bem em meio ácido, por isso o uso correto é sempre junto com uma refeição, no momento em que o estômago produz mais ácido. Em pessoas com acidez gástrica naturalmente baixa, a absorção do carbonato cai de forma marcante, enquanto o citrato de cálcio absorve normalmente porque não depende dessa acidez [A]. Quem usa omeprazol, pantoprazol ou outro inibidor de bomba de prótons de forma contínua tem a mesma limitação: o remédio reduz a acidez do estômago e junto com ela a absorção do carbonato, e nesse caso a recomendação prática é trocar para citrato ou tomar o carbonato sempre no meio de uma refeição robusta [B]. Uma meta-análise recente também associou o uso prolongado de inibidor de bomba de prótons a mais risco de fratura em mulheres na menopausa, o que reforça a atenção com a absorção de cálcio nesse grupo [P]. Na SetYou vendemos as duas formas, carbonato e citrato, exatamente por isso.

Dose única tem um teto de absorção. O corpo absorve uma fração cada vez menor de cálcio conforme a quantidade tomada de uma vez aumenta, com queda de eficiência bem documentada acima de cerca de 500 mg de cálcio elementar por dose [C]. Por isso doses diárias mais altas costumam ser divididas em duas ou três tomadas ao longo do dia, em vez de uma dose única concentrada.

Cálcio com vitamina D e vitamina K2. Vitamina D é o que permite o intestino absorver o cálcio, então as duas costumam andar juntas nos estudos de densidade óssea. A vitamina K2 tem um papel diferente: ativa proteínas que direcionam o cálcio para o osso. Em um ensaio clínico randomizado de 3 anos com mulheres na pós-menopausa, a suplementação de vitamina K2 (MK-7) melhorou a densidade mineral óssea e a microarquitetura do osso em comparação ao placebo [D].

O debate sobre risco cardiovascular. Existe uma discussão real na literatura sobre suplemento de cálcio e risco cardiovascular, e o caminho honesto é reconhecer isso. Uma metanálise de 2010 encontrou mais casos de infarto entre quem tomava suplemento de cálcio sem vitamina D, comparado a placebo [E]. Análises posteriores dos mesmos dados, com metodologia diferente, não confirmaram o mesmo sinal de forma consistente [F]. Uma revisão mais recente que separou cálcio da dieta e cálcio suplementado mostrou que o sinal de risco, quando aparece, está ligado à suplementação em dose alta e concentrada, e não ao cálcio que vem da alimentação [G]. A evidência é dividida e nenhuma agência regulatória retirou o cálcio suplementar do mercado por esse motivo. O caminho mais prudente é não ultrapassar a dose diária recomendada, dividir doses altas ao longo do dia como já citado, e priorizar cálcio da alimentação sempre que possível, deixando o suplemento para cobrir o que falta.

Hipercalcemia e diuréticos tiazídicos. Cálcio em excesso no sangue causa sintomas como constipação, cansaço e confusão, e costuma aparecer em quem já tem alguma condição de base, como problema na paratireoide ou nos rins [H]. Diuréticos tiazídicos reduzem a eliminação de cálcio pela urina, e somados à suplementação podem elevar o cálcio sanguíneo além do esperado, quadro descrito como síndrome cálcio-álcali [I]. Quem usa esses diuréticos deve avisar antes de suplementar.

Cálculo renal. Cálcio tomado junto das refeições se liga ao oxalato da própria comida no intestino e tende a reduzir o oxalato absorvido. O oposto acontece quando o cálcio é tomado isolado, longe das refeições: um estudo de coorte com mulheres associou esse padrão a mais risco de cálculo renal [J]. É mais um motivo prático para tomar o carbonato sempre com comida.

Levotiroxina. Cálcio reduz a absorção da levotiroxina quando tomados juntos, o suficiente para descontrolar o tratamento do hipotireoidismo [K]. A recomendação é separar por pelo menos 4 horas.

Quinolonas e tetraciclinas. Antibióticos dessas duas classes, como ciprofloxacino e doxiciclina, se ligam ao cálcio no intestino num processo chamado quelação e perdem parte do efeito quando tomados junto [L] [M]. A orientação é separar por pelo menos 2 horas antes ou 4 a 6 horas depois do antibiótico.

Bifosfonatos. Remédios para osteoporose como o alendronato já têm absorção baixa por natureza, e cálcio, café ou qualquer alimento reduzem ainda mais o pouco que seria absorvido [N]. Por isso a orientação de tomar em jejum, só com água, e esperar de 30 a 60 minutos antes de qualquer outra coisa, incluindo o cálcio.

Ferro. Cálcio e ferro competem pela mesma via de absorção no intestino, e tomar os dois juntos reduz a absorção do ferro não-heme, que é o ferro de origem vegetal e de suplemento [O]. Quem trata anemia deve espaçar as duas suplementações.

Constipação. É o efeito colateral mais comum do carbonato de cálcio, e mais frequente do que com o citrato, que tem melhor tolerância gastrointestinal documentada [Q]. Aumentar água e fibra costuma resolver; se persistir, vale considerar a troca para citrato.

Na SetYou essa checagem é automática: o motor avalia condições de saúde declaradas, medicamentos em uso, gestação e alergias antes de qualquer recomendação. É por isso que conseguimos dizer não quando cálcio carbonato não é a forma indicada.

Perguntas frequentes

Qual a diferença entre cálcio carbonato e citrato de cálcio?

O carbonato tem mais cálcio elementar por comprimido, cerca de 40%, e precisa ser tomado com comida para absorver bem. O citrato tem menos cálcio por comprimido, mas absorve igual com ou sem alimento, e é a opção mais indicada para quem usa remédio para azia, tem gastrite ou prefere tomar em jejum.

Posso tomar cálcio carbonato em jejum?

Não é o ideal. O carbonato precisa de acidez estomacal para se dissolver e ser absorvido, e essa acidez é maior durante as refeições. Tomado em jejum, uma parte relevante do cálcio simplesmente não é absorvida.

Cálcio suplementado faz mal para o coração?

A evidência é dividida. Alguns estudos associaram dose alta de suplemento isolado a mais risco cardiovascular, outros não confirmaram o achado, e o cálcio da alimentação não mostra esse sinal. Respeitar a dose recomendada e dividir doses altas ao longo do dia é a forma mais segura de usar.

Preciso tomar cálcio junto com vitamina D e K2?

Vitamina D ajuda o intestino a absorver o cálcio, então a combinação faz sentido e é o que a maioria dos estudos de densidade óssea usa. Vitamina K2 tem evidência mais recente e menor, mas aponta na mesma direção, ajudando a direcionar o cálcio para o osso.

Cálcio carbonato interfere no meu remédio de tireoide?

Sim. Cálcio reduz a absorção da levotiroxina quando tomados no mesmo horário. Separe por pelo menos 4 horas para não descontrolar o tratamento da tireoide.

Cálcio carbonato dá prisão de ventre?

É o efeito colateral mais relatado dessa forma de cálcio. Costuma melhorar aumentando água e fibra na dieta; se não melhorar, o citrato de cálcio costuma ser mais bem tolerado.

Referências desta seção

A Calcium absorption and achlorhydria.

New England Journal of Medicine, 1985

B Calcium suppletion for patients who use gastric acid inhibitors: calcium citrate or calcium carbonate?

Nederlands Tijdschrift voor Geneeskunde, 2012

C Influence of calcium load on absorption fraction.

Journal of Bone and Mineral Research, 1990

D The effect of vitamin MK-7 on bone mineral density and microarchitecture in postmenopausal women with osteopenia, a 3-year randomized, placebo-controlled clinical trial.

Osteoporosis International, 2021

E Effect of calcium supplements on risk of myocardial infarction and cardiovascular events: meta-analysis.

BMJ, 2010

F Cardiovascular effects of calcium supplementation.

Osteoporosis International, 2011

G Total, dietary, and supplemental calcium intake and risk of all-cause, cardiovascular, and cancer mortality: a systematic review and dose-response meta-analysis of prospective cohort studies.

Critical Reviews in Food Science and Nutrition, 2022

H Hypercalcemia: A Review.

JAMA, 2022

I Calcium Alkali Thiazide Syndrome: What We Need to Know.

Cureus, 2020

J Comparison of dietary calcium with supplemental calcium and other nutrients as factors affecting the risk for kidney stones in women.

Annals of Internal Medicine, 1997

K Absorption of levothyroxine when coadministered with various calcium formulations.

Thyroid, 2011

L The influence of chronic administration of calcium carbonate on the bioavailability of oral ciprofloxacin.

British Journal of Clinical Pharmacology, 1993

M Influence of milk on the bioavailability of doxycycline, new aspects.

Infection, 1989

N Studies of the oral bioavailability of alendronate.

Clinical Pharmacology and Therapeutics, 1995

O Calcium: effect of different amounts on nonheme- and heme-iron absorption in humans.

American Journal of Clinical Nutrition, 1991

P Increased Risk of Fractures and Use of Proton Pump Inhibitors in Menopausal Women: A Systematic Review and Meta-Analysis.

International Journal of Environmental Research and Public Health, 2022

Q The health benefits of calcium citrate malate: a review of the supporting science.

Advances in Food and Nutrition Research, 2008

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Este conteúdo é informativo e não substitui orientação de profissional de saúde. Suplementos alimentares não tratam, não curam e não previnem doenças.