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Chá Verde

O Extrato de Chá Verde é produzido a partir das folhas frescas da Camellia Sinensis, rico em compostos antioxidantes e flavonoides. A planta, originária do sudeste asiático (China e Índia), foi introduzida no Japão no início do século IX e desde então vem sendo difundida no ocidente. Suas folhas e botões são utilizados para produção de chás e extratos que têm desempenhado um importante papel nos estudos de fitoterápicos, sobretudo na medicina oriental.

O Extrato de Chá Verde é constituído por cafeína e diversos compostos bioativos fenólicos flavonoides. Em destaque está a catequina epigalocatequina-3- O- galato (EGCG), presente de forma abundante nas folhas do chá, é responsável por grande parte dos benefícios do extrato.

Várias propriedades fitoterápicas adicionais têm sido experimentalmente atribuídas ao Extrato de Chá Verde, tais como: anti-inflamatória, anti-radicais livres, anti diabéticas, e anti ateroscleróticas, agindo na melhora de doenças como, cânceres, obesidade, diabetes, doenças cardiovasculares e doenças neurodegenerativas.

Mais recentemente, devido à sua ação na saciedade e efeito termogênico, estudos científicos também relacionam a suplementação do Extrato do Chá Verde com a melhora do tratamento para perda de peso e recuperação após exercícios físicos.

Estudos sobre o Chá Verde

Perda de Peso

O gasto energético total é composto por três fatores: taxa metabólica de repouso, efeito térmico da alimentação (termogênese induzida pela dieta) e efeito térmico da atividade física. Nesta perspectiva, tem se explorado o efeito da suplementação de Extrato de Chá Verde na redução da gordura e peso corporal.

Em 2017, uma revisão sistemática que investigou a ação do Extrato de Chá Verde, na redução da gordura e do peso corporal, relatou que o consumo diário do extrato com doses de EGCG entre 100 e 460 mg/dia demonstraram eficácia na redução da gordura corporal e do peso corporal em períodos de intervenção de 12 semanas ou mais. Pesquisadores alegam potencial ação das catequinas na melhora da oxidação da gordura corporal e aumento do gasto energético total.

Em 2010, uma meta-análise de estudos clínicos relatou que o consumo de Extrato de Chá Verde (270 mg a 1200 mg / dia) pode auxiliar na redução do peso e da massa adiposa. Existem vários mecanismos propostos pelos quais o Extrato de Chá Verde pode influenciar no peso e na composição corporal. A hipótese predominante é que a planta Camellia sinensis influencia a atividade do sistema nervoso simpático (SNS), aumentando o gasto energético e promovendo a oxidação da gordura.

Sua possível ação na modulação do apetite e fome, aumento da regulação das enzimas envolvidas na oxidação da gordura hepática e diminuição da absorção de nutrientes, posiciona a suplementação do Extrato de Chá Verde como potencial agente auxiliar do processo de emagrecimento.

Um estudo clínico realizado com 10 homens saudáveis, constatou que a suplementação de Extrato de Chá Verde (50 mg de cafeína e 90 mg de EGCG) foi capaz de aumentar 4% o gasto energético diário devido a um aumento cumulativo na termogênese após as refeições.

Um estudo randomizado, duplo cego, placebo controlado, de 2017, realizado com homens com excesso de peso, relatou que o consumo de Extrato de Chá Verde por 6 semanas levou a uma redução no peso corporal significativo em comparação com o grupo que não realizou a suplementação.

Referências:

1 Health effects of green tea catechins in overweight and obese men: a randomised controlled cross-over trial.

BROWN, A. L. et al. British journal of nutrition, v. 106, n. 12, p. 1880-1889, 2011.

2 The combined effect of green tea and α-glucosyl hesperidin in preventing obesity: a randomized placebo-controlled clinical trial.

YOSHITOMI, Ren et al. Scientific reports, v. 11, n. 1, p. 1-8, 2021.

3 Effects of green tea and its epigallocatechin (EGCG) content on body weight and fat mass in humans: a systematic review.

LC, Vázquez Cisneros et al. Nutricion hospitalaria, v. 34, n. 3, p. 731-737, 2017.

4 EGCG reduces obesity and white adipose tissue gain partly through AMPK activation in mice.

LI, Fang et al. Frontiers in pharmacology, v. 9, p. 1366, 2018.

5 Green tea extract ingestion, fat oxidation, and glucose tolerance in healthy humans.

VENABLES, Michelle C. et al. The American journal of clinical nutrition, v. 87, n. 3, p. 778-784, 2008.

6 Antiinflammatory action of EGCG, the main component of green tea, through STAT‐1 inhibition.

TEDESCHI, E.; SUZUKI, H.; MENEGAZZI, M. Annals of the New York Academy of Sciences, v. 973, n. 1, p. 435-437, 2002.

7 Anti-inflammatory action of green tea.

OHISHI, Tomokazu et al. Anti-Inflammatory & Anti-Allergy Agents in Medicinal Chemistry (Formerly Current Medicinal Chemistry-Anti-Inflammatory and Anti-Allergy Agents), v. 15, n. 2, p. 74-90, 2016.

8 Green tea extract ingestion, fat oxidation, and glucose tolerance in healthy humans.

VENABLES, Michelle C. et al. The American journal of clinical nutrition, v. 87, n. 3, p. 778-784, 2008.

9 Efficacy of a green tea extract rich in catechin polyphenols and caffeine in increasing 24-h energy expenditure and fat oxidation in humans.

DULLOO, Abdul G. et al. The American journal of clinical nutrition, v. 70, n. 6, p. 1040-1045, 1999.

Doenças Comórbidas a Obesidade

Um estudo duplo-cego controlado por placebo, de 2012, 56 indivíduos obesos e hipertensos foram randomizados para receber um suplemento diário de 379 mg de Extrato de Chá Verde, ou um placebo correspondente, por 3 meses. No final do estudo, as pressões sanguíneas sistólica e diastólica diminuíram significativamente no grupo que recebeu o suplemento. Além disso, reduções consideráveis na glicose sérica em jejum e nos níveis de insulina e resistência à insulina também apresentaram melhora. A suplementação também contribuiu para reduções significativas no colesterol total, LDL-colesterol e triglicerídeos.

Um estudo prospectivo duplo-cego randomizado realizado com 33 pacientes com idade entre 21 e 71 anos que faziam dieta com baixo teor de gordura (25-35% das calorias totais de fontes de gordura e 200 mg de colesterol por dia) demonstrou um efeito benéfico da suplementação de 250mg de Extrato de Chá Verde na redução significativa dos níveis de colesterol total e LDL-colesterol em 8 semanas.

Referências:

1 Epigallocatechin-3-gallate protects against diabetic cardiomyopathy through modulating the cardiometabolic risk factors, oxidative stress, inflammation, cell death and fibrosis in streptozotocin-nicotinamide-induced diabetic rats.

OTHMAN, Azza I. et al. Biomedicine & Pharmacotherapy, v. 94, p. 362-373, 2017.

2 EGCG attenuates atherosclerosis through the Jagged-1/Notch pathway.

YIN, Jianguo et al. International journal of molecular medicine, v. 37, n. 2, p. 398-406, 2016.

Melhora do Desempenho e Recuperação dos Exercícios Físicos

O Extrato de Chá Verde parece apresentar potencial ação na área esportiva, seja melhorando o desempenho ou auxiliando na recuperação pós estresse. A realização de exercícios físicos apresenta uma série de benefícios ao organismo, porém, dentre os seus processos metabólicos está a formação de estresse oxidativo que danificam as células do corpo. Neste contexto, os antioxidantes, como as catequinas do chá verde, podem reduzir o dano celular e retardar a fadiga muscular. Os polifenóis do chá verde são potentes sumidouros de radicais livres devido aos grupos hidroxila nas suas estruturas químicas. A atividade antioxidante das catequinas, sendo a EGCG a mais efetiva, deve-se ao mecanismo de transferência de elétron destas para as EROS (espécies reativas de oxigênio), estabilizando estas substâncias.

Um estudo duplo cego randomizado, de 2017, realizado com 54 jogadores de futebol do sexo masculino demonstrou que a suplementação de 450 mg/d de Extrato de Chá Verde por 6 semanas foi capaz reduzir marcadores de estresse oxidativo significantemente.

Em um estudo clínico com homens saudáveis com peso normal e ativos (IMC médio de 23,9 ± 0,8), foi avaliado a ingestão de chá verde em um período de 24 horas antes de um exercício de ciclismo de 30 minutos a 60% do VO 2máx.. A suplementação foi capaz de aumentar 17% da oxidação da gordura corporal total e contribuir na oxidação da gordura para o gasto energético total, em comparação com grupo placebo.

Em um estudo clínico duplo-cego randomizado homens saudáveis foram submetidos suplementação de 572,8 mg de Extrato de Chá Verde e um treinamento de resistência de 10 semanas (pedalando por 60 min/dia a 60% do VO 2máx., por 3 dias/semana Como resultado, foi observado um aumento na proporção de utilização de gordura corporal total durante o exercício entre os indivíduos suplementados o extrato.

Um estudo duplo-cego randomizado, de 2011, 35 estudantes sedentários do sexo masculino foram expostos a 4 semanas de treinamento de força (musculação) e a suplementação de 640mg de Extrato de Chá Verde. Como resultado, a suplementação em combinação com o treinamento de força, levou a um aumento do sistema de defesa antioxidante no plasma em repouso e, por sua vez, aumentou a proteção contra o dano oxidativo induzido pelo treinamento de força de longo prazo.

Referências:

1 Antioxidant capacities of flavones and benefits in oxidative-stress related diseases.

D CATARINO, Marcelo et al. Current Topics in Medicinal Chemistry, v. 15, n. 2, p. 105-119, 2015.

2 Green tea extract preserves neuromuscular activation and muscle damage markers in athletes under cumulative fatigue.

MACHADO, Álvaro S. et al. Frontiers in physiology, v. 9, p. 1137, 2018.

3 The effect of green tea and sour tea (Hibiscus sabdariffa L.) supplementation on oxidative stress and muscle damage in athletes.

HADI, Amir et al. Journal of dietary supplements, v. 14, n. 3, p. 346-357, 2017.

4 Anti-fatigue effect of green tea polyphenols (-)-epigallocatechin-3-gallate (EGCG).

TENG, Yu-song; WU, Di. Pharmacognosy magazine, v. 13, n. 50, p. 326, 2017.

5 Green Tea Catechins and Sport Performance.

BENTLEY, D. J. et al. Antioxidants in Sport Nutrition; Lamprecht, M., Ed.; CRC Press/Taylor & Francis: Boca Raton, FL, USA, 2015.

6 Effect of endurance training supplemented with green tea extract on substrate metabolism during exercise in humans.

ICHINOSE, T. et al. Scandinavian journal of medicine & science in sports, v. 21, n. 4, p. 598-605, 2011.

7 The effects of EGCG on fat oxidation and endurance performance in male cyclists.

DEAN, Sara; BRAAKHUIS, Andrea; PATON, Carl. International journal of sport nutrition and exercise metabolism, v. 19, n. 6, p. 624-644, 2009

Os estudos científicos aqui contemplados são para informação somente. Os resultados reportados não necessariamente ocorrerão em todos os indivíduos. A SetYou provê tal informação como um serviço gratuito e não recebe qualquer compensação pelos estudos referenciados.

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