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Zinco

O mineral Zinco está presente em todos os tecidos e fluidos corporais, principalmente no tecido muscular, nos ossos e, em menor quantidade, na pele. Por ser componente das estruturas celulares, auxilia na manutenção da estabilidade das células e na integridade dos tecidos. O zinco é um componente essencial de grande número de enzimas que participam da síntese e degradação de carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucleicos, bem como do metabolismo de outros micronutrientes. 

Além disso, o zinco tem um papel importante na transcrição de polinucleotídeos e, portanto, no processo de expressão genética, assim como desempenha função central no fortalecimento do sistema imunológico, afetando positivamente a proteção do organismo contra infecções.

Por estar presente em diversos tecidos e participar de diferentes processos metabólicos no organismo, o consumo de quantidades adequadas de zinco pode trazer diversos benefícios para o corpo, tais como: melhora da imunidade, tratamento de fertilidade e impotência masculinas e da fertilidade feminina, prevenção e tratamento de acne, dermatites e eczema, auxílio na cicatrização, além da função anti-inflamatória e antioxidante. 

O zinco é absorvido no intestino delgado e não é armazenado nos tecidos, sendo excretado através do intestino, dos rins e da pele, por esse motivo é necessário o suprimento regular através da dieta. As fontes alimentares de Zinco são:  fígado, marisco, farelo de trigo, leite e derivados, leguminosas como o feijão, entre outras.

A deficiência de Zinco pode pode ser atribuída, geralmente, às perdas do mineral na urina, diminuição na capacidade intestinal de absorção de zinco, além da baixa ingestão dietética. A sua escassez no organismo pode levar a diversos sintomas, como por exemplo: imunidade enfraquecida e aumento da susceptibilidade a infecções, lesões na pele, perda de apetite, fadiga, diarreia, queda de cabelo, etc. Em crianças, pode retardar o desenvolvimento mental, sexual e ósseo. 

A suplementação com zinco, isolada ou juntamente com outros nutrientes, tem mostrado efeitos benéficos, principalmente em situações de dietas com baixa quantidade de produtos de origem animal ou de altas quantidades de fitatos, em pessoas com baixas concentrações plasmáticas de zinco.

No sistema imunológico o zinco desempenha papel fundamental, pelo fato de as células do sistema imune apresentarem altas taxas de proliferação, e este mineral está envolvido na tradução, transporte e replicação do DNA. 

Um estudo controlado randomizado duplo cego com avaliação imunológica no início e após 120 dias de suplementação de 10mg ou 20mg em períodos de diarreia, demonstrou que a suplementação pode melhorar o estado imunológico celular. 

Em um segundo estudo clínico, foi avaliado os efeitos da suplementação com zinco sobre o sistema imunológico de adultos portadores de anemia falciforme. 32 pacientes receberam uma suplementação de 50 a 75mg/dia de zinco   durante dois ou três anos. A administração prolongada de zinco provocou  um aumento de leucócitos, e células protetoras levando a diminuição da incidência de infecções causadas por bactérias e do número de crises associadas a infecções.

Benefícios / Indicações

  • Fortalecimento do sistema imunológico
  • Efeito antioxidante
  • Ação anti-inflamatória
  • Disfunções do aparelho genital masculino (fertilidade e impotência)
  • Fertilidade feminina
  • Auxilia na melhora de dermatites, eczema e acne
  • Suplementação da vitamina (complemento da dieta)

     

    Referências:

    1 Goff JP. Invited review: Mineral absorption mechanisms, mineral interactions that affect acid-base and antioxidant status, and diet considerations to improve mineral status. J Dairy Sci. 2018;101(4):2763-2813. doi: 10.3168/jds.2017-13112. Epub 2018 Feb 4. PMID: 29397180.

    2 Santos Silvia, Vinderola Gabriel, Santos Luama, Araujo Edilene. Bioavailability of chelated and non-chelated minerals: a systematic review. Rev. chil. nutr.  [Internet]. 2018;45(4): 381-392.

    3 World Health Organization, Food and Agricultural Organization of the United Nations (FAO/WHO). Human Vitamin and Mineral Requirements. 2001.

    4 Gombart AF et al. A Review of Micronutrients and the Immune System–Working in Harmony to Reduce the Risk of Infection. Nutrients 2020, 12, 236

    5 Recine E, Radaelli P, Ferreira T. Cuidados com os Alimentos. Depto. de Nutrição da Faculdade de Ciências da Saúde da Universidade de Brasília (FS/ UnB) e a Área Técnica de Alimentação e Nutrição do Departamento de Atenção Básica da Secretaria de Política de Saúde do Ministério da Saúde (DAB/SPS/MS).

    Russell, Robert, et al. "Dietary reference intakes for vitamin A, vitamin K, arsenic, boron, chromium, copper, iodine, iron, manganese, molybdenum, nickel, silicon, vanadium, and zinc." A Report of the Panel on Micronutrients, Subcommittees on Upper Reference Levels of Nutrients and of Interpretation and Uses of Dietary Reference Intakes, and the Standing Committee on the Scientific Evaluation of Dietary Reference Intakes Food and Nutrition Board Institute of Medicine (2001).

    7 Lopes Everton Moraes, Carvalho Rumão Batista Nunes de, Freitas Rivelilson Mendes de. Análise das possíveis interações entre medicamentos e alimento/nutrientes em pacientes hospitalizados. Einstein (São Paulo). 2010; 8(3): 298-302.

    8 Silva ILC et al. Excreção de zinco na urina em indivíduos com síndrome metabólica em uso de terapias anti-hipertensivas. BRASPEN J 2018; 33 (3): 326-34.

    Os estudos científicos aqui contemplados são para informação somente. Os resultados reportados não necessariamente ocorrerão em todos os indivíduos. A SetYou provê tal informação como um serviço gratuito e não recebe qualquer compensação pelos estudos referenciados.

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