Zinco

Zinco é um mineral essencial envolvido em mais de 300 reações do corpo, da imunidade à cicatrização da pele. A evidência mais sólida é para reposição em quem tem ingestão baixa, resfriado (só em pastilha, começando nas primeiras 24 horas) e acne. Para testosterona, só sobe em quem já está com o mineral baixo. E dose alta por tempo longo tem um efeito colateral pouco falado: derruba o cobre, motivo de a SetYou vender os dois minerais separados.

Suplemento não trata, não cura e não previne doença. O que segue é o que a evidência disponível mostra, com as devidas ressalvas.

Revisão técnica: Danielle Lima, Farmacêutica Clínica (CRF-102017). Atualizado em 15 de julho de 2026.

Zinco

O mineral Zinco está presente em todos os tecidos e fluidos corporais, principalmente no tecido muscular, nos ossos e, em menor quantidade, na pele. Por ser componente das estruturas celulares, auxilia na manutenção da estabilidade das células e na integridade dos tecidos. Também é um componente essencial de grande número de enzimas que participam da síntese e degradação de carboidratos, lipídios, proteínas e ácidos nucléicos, bem como do metabolismo de outros micronutrientes. 

Por estar presente em diversos tecidos e participar de diferentes processos metabólicos no organismo, o consumo de quantidades adequadas de zinco pode trazer diversos benefícios para o corpo, tais como: melhora da imunidade, tratamento de fertilidade e impotência masculinas e da fertilidade feminina, prevenção e tratamento de acne, dermatites e eczema, auxílio na cicatrização, além da função anti-inflamatória e antioxidante.

O zinco possui um papel importante na transcrição de polinucleotídeos e, portanto, no processo de expressão genética, assim como desempenha função central no fortalecimento do sistema imunológico, afetando positivamente a proteção do organismo contra infecções. 

O zinco é absorvido no intestino delgado e não é armazenado nos tecidos, sendo excretado através do intestino, dos rins e da pele, por esse motivo é necessário o suprimento regular através da dieta. As fontes alimentares de Zinco são: fígado, marisco, farelo de trigo, leite e derivados, leguminosas como o feijão, entre outras.

A deficiência de Zinco pode pode ser atribuída, geralmente, às perdas do mineral na urina, diminuição na capacidade intestinal de absorção de zinco, além da baixa ingestão dietética. A sua escassez no organismo pode levar a diversos sintomas, como por exemplo: imunidade enfraquecida e aumento da susceptibilidade a infecções, lesões na pele, perda de apetite, fadiga, diarreia, queda de cabelo, etc. Em crianças, pode retardar o desenvolvimento mental, sexual e ósseo. 

A suplementação com zinco, isolada ou juntamente com outros nutrientes, tem mostrado efeitos benéficos, principalmente em situações de dietas com baixa quantidade de produtos de origem animal ou de altas quantidades de fitatos, em pessoas com baixas concentrações plasmáticas de zinco.

Referências:

1 Mineral absorption mechanisms, mineral interactions that affect acid-base and antioxidant status, and diet considerations to improve mineral status.

Goff JP (2018)

2 Análise das possíveis interações entre medicamentos e alimento/nutrientes em pacientes hospitalizados.

Lopes Everton Moraes, Carvalho Rumão Batista Nunes de, Freitas Rivelilson Mendes de (2010)

3 Bioavailability of chelated and non-chelated minerals: a systematic review.

Santos Silvia, Vinderola Gabriel, Santos Luama, Araujo Edilene (2018)

4 Excreção de zinco na urina em indivíduos com síndrome metabólica em uso de terapias anti-hipertensivas.

Silva ILC et al (2018)

5 Human Vitamin and Mineral Requirements.

World Health Organization, Food and Agricultural Organization of the United Nations (FAO/WHO) (2001)

Estudos sobre Zinco 

Imunidade

No sistema imunológico o zinco desempenha papel fundamental, pelo fato de as células do sistema imune apresentarem altas taxas de proliferação, e este mineral está envolvido na tradução, transporte e replicação do DNA.

Um estudo controlado randomizado duplo cego com avaliação imunológica no início e após 120 dias de suplementação de 10mg ou 20mg em períodos de diarreia, demonstrou que a suplementação pode melhorar o estado imunológico celular.

Em um segundo estudo clínico, foi avaliado os efeitos da suplementação com zinco sobre o sistema imunológico de adultos portadores de anemia falciforme. 32 pacientes receberam uma suplementação de 50 a 75mg/dia de zinco durante dois ou três anos. A administração prolongada de zinco provocou um aumento de leucócitos, e células protetoras levando a diminuição da incidência de infecções causadas por bactérias e do número de crises associadas a infecções.

Além disso, por estar envolvido na estrutura e no metabolismo de células neuronais e desempenhar um papel importante como cofator na síntese de adrenalina e neurotransmissores, a deficiência de zinco influencia no funcionamento cognitivo e pode afetar a capacidade de lidar efetivamente com o estresse.

Referências:

1 A Review of Micronutrients and the Immune System–Working in Harmony to Reduce the Risk of Infections.

Gombart AF et al (2020)

Alívio dos sintomas pré-menstruais

A dismenorreia é uma dor muito forte que pode surgir alguns dias antes ou durante a menstruação, devido à liberação de substâncias inflamatórias. Nesse sentido, um estudo randomizado teve como objetivo avaliar a eficácia da utilização de zinco na gravidade da dismenorreia primária em mulheres jovens. Para isso, 150 mulheres foram recrutadas, sendo que a suplementação foi realizada por quatro dias. A gravidade da dismenorreia foi avaliada a cada 24 horas pela escala analógica visual da dor. A gravidade da dor foi significativamente diferente entre, antes e após a intervenção no grupo zinco (p < 0,001). Em comparação com o grupo que recebeu placebo, as participantes que receberam o zinco relataram maior alívio da dor durante a intervenção (p < 0,05).

Referências:

1 The effectiveness of essential fatty acid, B vitamin, Vitamin C, magnesium and zinc supplementation for managing stress in women: a systematic review protocol.

McCabe D, Colbeck M (2015)

Zinco e cobre: por que a SetYou vende os dois separados

Essa é a interação mais importante do zinco e a menos falada. Zinco e cobre competem pelo mesmo transportador intestinal, e uma revisão recente descreve que ingestão excessiva de zinco inibe a absorção de cobre, podendo levar à deficiência do segundo mineral [A]. Não é um efeito raro de dose extrema: acontece com o uso continuado de dose alta, o tipo de uso que muita gente faz sem saber, achando que "mais zinco é sempre melhor" para imunidade.

Deficiência de cobre por esse caminho já foi documentada de forma clara na literatura, com quadro que inclui anemia e queda de leucócitos, ambos reversíveis com reposição de cobre em quatro a doze semanas [B]. Um ensaio controlado com voluntários saudáveis testou 150mg de zinco elementar por dia, dose bem acima da usual, por seis semanas, e não encontrou queda significativa do cobre plasmático nesse período [M], o que reforça que o problema é tempo de uso somado a dose, não uma dose isolada alta.

É por isso que a SetYou trabalha com zinco e cobre como itens separados no Multi, em vez de embutir uma dose fixa de cobre em todo mundo que toma zinco. Quem usa zinco por período longo, principalmente em dose de reposição terapêutica, é candidato a monitorar cobre, não a evitar zinco.

Ressalva honesta: o estudo de seis semanas com dose alta não achou queda de cobre, mas o próprio desenho do estudo é curto para captar um efeito que a literatura descreve como cumulativo. Uso de meses a anos em dose alta é o cenário de risco real, não uma suplementação padrão de curto prazo.

Resfriado: só a pastilha, e só se começar rápido

Zinco para resfriado é a indicação mais popular e a mais mal usada. A revisão Cochrane mais recente sobre o tema, reunindo 34 estudos e mais de 8.500 participantes, não encontrou redução relevante no risco de pegar resfriado com zinco preventivo, mas encontrou uma redução média de 2,37 dias na duração do resfriado quando o zinco era usado como tratamento, já com os sintomas em curso [C].

O detalhe que decide se funciona ou não é a forma e o uso. A maior parte dos estudos que mostrou esse efeito usou pastilha para chupar, principalmente nas formas acetato e gluconato, começada dentro das primeiras 24 horas de sintoma [C]. O mecanismo depende do contato direto do zinco com a mucosa da garganta, o que só a pastilha oferece. Comprimido engolido não passa por esse contato e não tem essa mesma base de evidência.

Ressalva honesta: a mesma revisão classifica essa evidência como baixa certeza e aponta mais eventos adversos leves, como gosto ruim e náusea, em quem usou zinco para tratar o resfriado [C]. É um efeito real, mas modesto, específico da pastilha, e só vale a partir do início dos sintomas.

Testosterona: só sobe em quem está com zinco baixo

Zinco é vendido com frequência como reforço de testosterona, e é a indicação mais fácil de vender e mais fácil de prometer demais. Uma revisão sistemática reunindo 38 estudos, entre clínicos e em animais, concluiu que zinco sérico se correlaciona de forma positiva com testosterona total, e que suplementação melhora os níveis do hormônio em quem tem deficiência de zinco [D].

O ponto central da mesma revisão é justamente esse: o efeito depende do nível basal. Quem já tem zinco adequado no organismo não tem o mesmo ganho hormonal ao suplementar, e o tamanho do efeito varia conforme a forma do zinco, a dose elementar e o tempo de uso [D].

Ressalva honesta: não existe base para prometer aumento de testosterona em quem já tem zinco normal. O efeito descrito na literatura é de correção de uma deficiência, não de um reforço hormonal geral.

Acne e pele

Uma meta-análise com estudos comparando pacientes de acne e controles encontrou nível sérico de zinco significativamente mais baixo em quem tem acne, e melhora significativa na contagem de lesões inflamatórias em quem foi tratado com zinco, seja como terapia isolada, seja associado a outro tratamento [E]. A mesma análise não encontrou diferença relevante na taxa de efeitos colaterais entre zinco e os comparadores usados nos estudos.

O uso mais estudado é oral, mas zinco também aparece em formulações tópicas para acne e outras condições de pele, com mecanismo relacionado à ação anti-inflamatória e antibacteriana do mineral sobre a unidade pilossebácea.

Imunidade

Zinco participa da maturação e função de praticamente todas as células do sistema imune, e uma revisão anual de referência sobre o tema descreve o mineral como regulador tanto da imunidade inata quanto da adaptativa, com deficiência associada a maior suscetibilidade a infecção [F]. É a base biológica por trás da associação popular entre zinco e imunidade, e é uma associação com respaldo real na literatura, diferente de outras promessas do mineral.

Ressalva honesta: esse papel é mais evidente em quem tem deficiência real do mineral. Em quem já tem zinco adequado, a suplementação extra não amplifica a imunidade além do normal.

Formas de zinco: quelato, gluconato, sulfato

Assim como magnésio, zinco não existe sozinho como sal estável, vem sempre ligado a outra molécula, e essa ligação muda absorção e tolerância digestiva.

Quelato (bisglicinato). É o zinco ligado a um aminoácido, forma que uma revisão narrativa recente sobre absorção comparada de zinco em humanos aponta como uma das mais bem absorvidas entre as testadas clinicamente, ao lado do gluconato [G]. É a forma usada na SetYou justamente por essa combinação de absorção e menor irritação gástrica.

Gluconato. É a forma mais usada nos estudos de pastilha para resfriado [C] e também tem boa absorção comparada às demais [G]. É uma forma inorgânica mais suave que o sulfato, com uso consolidado tanto oral quanto em pastilha.

Sulfato. É a forma mais barata e mais estudada historicamente, mas também a mais associada a desconforto gástrico. Um ensaio com voluntários saudáveis usando dose alta de sulfato de zinco (150mg de zinco elementar por dia) registrou dor abdominal, náusea, perda de apetite e vômito em 84% das mulheres e 18% dos homens do estudo, com abandono do estudo por irritação gástrica em parte das participantes [M].

Na prática, tomar zinco junto com alimento reduz esse desconforto, mesmo que a absorção em jejum seja um pouco maior. Quem sente náusea com zinco em jejum, na forma sulfato principalmente, costuma tolerar melhor a forma quelada tomada com uma refeição.

Contraindicações e interações

Deficiência de cobre por uso prolongado. É a interação mais relevante do zinco. Dose alta mantida por tempo longo inibe a absorção de cobre por competirem pelo mesmo transportador intestinal, podendo levar a um quadro de deficiência de cobre com anemia e queda de leucócitos [A][B]. Na SetYou, por isso, zinco e cobre são itens separados no Multi, e não uma dose fixa embutida.

Quinolonas e tetraciclinas. Zinco forma um complexo insolúvel com esses antibióticos no intestino, processo de quelação que reduz a absorção tanto do mineral quanto do próprio remédio. Um estudo com voluntários saudáveis mostrou queda relevante na absorção de ciprofloxacino quando tomado junto com multivitamínico contendo zinco [H], achado também descrito para doxiciclina e para o bifosfonato risedronato [A]. A orientação é espaçar as tomadas, zinco pelo menos 2 horas antes ou depois do antibiótico, nunca junto.

Penicilamina. Usada no tratamento da doença de Wilson e em algumas condições reumatológicas, a penicilamina interage com o zinco por disputarem o mesmo alvo terapêutico, o cobre. Um estudo que avaliou essa combinação encontrou interação entre os dois, sem ganho adicional em associar penicilamina e zinco ao mesmo tempo [I]. Quem usa penicilamina só deve associar zinco com orientação médica, e com as tomadas espaçadas.

Diuréticos. Diuréticos, junto com antagonistas de cálcio e inibidores da ECA, reduzem o status de zinco no organismo. Um ensaio com pacientes hipertensos em monoterapia por três meses mediu queda de zinco sérico e de eritrócitos após uso de diurético [J], achado também citado numa revisão mais ampla que aponta diuréticos entre as causas medicamentosas de deficiência de zinco [A]. Quem usa diurético por tempo prolongado pode se beneficiar de acompanhar o zinco no exame de sangue de rotina.

Náusea em jejum. É o efeito colateral mais comum e mais evitável. Dose alta de zinco, principalmente na forma sulfato, tomada sem alimento, causou dor abdominal, náusea e vômito em parcela relevante de voluntários saudáveis em estudo controlado, mais em mulheres e em pessoas de menor peso corporal [M]. Tomar com uma refeição reduz esse desconforto.

Limite superior tolerável. Órgãos reguladores divergem um pouco no número, mas a Food and Drug Administration dos Estados Unidos define o limite superior tolerável de zinco em 40mg por dia para adultos, acima do qual sobe o risco de efeitos adversos, incluindo a própria deficiência de cobre induzida pelo zinco [K]. Doses terapêuticas mais altas existem, mas são decisão médica, não de suplementação por conta própria.

Gestação. A revisão sistemática mais recente sobre zinco na gravidez, reunindo 25 ensaios clínicos e mais de 18 mil gestantes, não encontrou diferença relevante em desfechos como parto prematuro, natimorto ou peso ao nascer com a suplementação de zinco além do que já vem no pré-natal padrão [L]. Não há uma contraindicação forte, mas também não há base para suplementação extra de zinco na gestação fora de orientação médica específica.

Na SetYou essa checagem é automática: o motor avalia condições de saúde declaradas, medicamentos em uso, gestação e alergias antes de qualquer recomendação. É por isso que conseguimos dizer não quando zinco, ou uma dose mais alta dele, não é indicado.

Perguntas frequentes

Zinco em pastilha funciona melhor que em cápsula para resfriado?

Sim, para resfriado especificamente. A evidência de redução da duração do resfriado vem majoritariamente de estudos com pastilha para chupar, nas formas acetato e gluconato, começada nas primeiras 24 horas de sintoma. Cápsula ou comprimido engolido não passa pelo contato direto com a garganta que sustenta esse efeito [C].

Zinco aumenta testosterona?

Só em quem está com zinco baixo. A correlação entre zinco e testosterona é real na literatura, mas o ganho hormonal com suplementação aparece em quem tinha deficiência do mineral, não em quem já está com níveis normais [D].

Por que a SetYou vende zinco e cobre separados?

Porque zinco em dose alta por tempo prolongado reduz a absorção de cobre, podendo levar a uma deficiência do segundo mineral [A][B]. Separar os dois permite ajustar a dose de cada um conforme o tempo de uso, em vez de embutir cobre fixo em todo mundo que toma zinco.

Posso tomar zinco junto com antibiótico?

Não junto. Zinco reduz a absorção de quinolonas (como ciprofloxacino) e tetraciclinas por quelação, e o inverso também é verdade [H][A]. Espace pelo menos 2 horas antes ou depois do antibiótico.

Por que zinco às vezes dá náusea?

É mais comum em dose alta, na forma sulfato, tomada em jejum. Tomar com uma refeição reduz bastante esse desconforto, e a forma quelada costuma ser mais bem tolerada que o sulfato [M][G].

Zinco pode ser tomado na gravidez?

Não há contraindicação forte, mas também não há evidência de benefício em suplementar além do que já vem no pré-natal padrão. A revisão mais recente sobre o tema não encontrou diferença relevante em desfechos da gestação com zinco extra [L]. Suplementação adicional deve ser orientação médica.

Referências desta seção

A Role of zinc in health and disease.

Stiles LI, Ferrao K, Mehta KJ. Clinical and Experimental Medicine, 2024

B Copper deficiency anemia: review article.

Myint ZW, Oo TH, Thein KZ, Tun AM, Saeed H. Annals of Hematology, 2018

C Zinc for prevention and treatment of the common cold.

Nault D, Machingo TA, Shipper AG, Antiporta DA, Hamel C, et al. Cochrane Database of Systematic Reviews, 2024

D Correlation between serum zinc and testosterone: A systematic review.

Te L, Liu J, Ma J, Wang S. Journal of Trace Elements in Medicine and Biology, 2023

E Serum zinc levels and efficacy of zinc treatment in acne vulgaris: A systematic review and meta-analysis.

Yee BE, Richards P, Sui JY, Marsch AF. Dermatologic Therapy, 2020

F Dietary and Physiological Effects of Zinc on the Immune System.

Wessels I, Fischer HJ, Rink L. Annual Review of Nutrition, 2021

G Comparative Absorption and Bioavailability of Various Chemical Forms of Zinc in Humans: A Narrative Review.

Devarshi PP, Mao Q, Grant RW, Hazels Mitmesser S. Nutrients, 2024

H Effect of ferrous sulfate and multivitamins with zinc on absorption of ciprofloxacin in normal volunteers.

Polk RE, Healy DP, Sahai J, Drwal L, Racht E. Antimicrobial Agents and Chemotherapy, 1989

I Treatment of Wilson's disease with zinc: XI. Interaction with other anticopper agents.

Brewer GJ, Yuzbasiyan-Gurkan V, Johnson V, Dick RD, Wang Y. Journal of the American College of Nutrition, 1993

J Diuretics, Ca-Antagonists, and Angiotensin-Converting Enzyme Inhibitors Affect Zinc Status in Hypertensive Patients on Monotherapy: A Randomized Trial.

Suliburska J, Skrypnik K, Szulińska M, Kupsz J, Markuszewski L, Bogdański P. Nutrients, 2018

K Zinc Toxicity: Understanding the Limits.

Schoofs H, Schmit J, Rink L. Molecules, 2024

L Zinc supplementation for improving pregnancy and infant outcome.

Carducci B, Keats EC, Bhutta ZA. Cochrane Database of Systematic Reviews, 2021

M The effect of zinc supplements on plasma zinc and copper levels and the reported symptoms in healthy volunteers.

Samman S, Roberts DC. The Medical Journal of Australia, 1987

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Este conteúdo é informativo e não substitui orientação de profissional de saúde. Suplementos alimentares não tratam, não curam e não previnem doenças.