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Rhodiola rosea

A Rhodiola rosea, também conhecida como raiz de ouro, é uma planta medicinal que cresce em regiões frias e montanhosas como Rússia, Mongólia e a região da Escandinávia. Ela é considerada um adaptogênico, isto é, plantas que auxiliam o organismo no combate do estresse físico, químico e biológico. Plantas adaptogênicas também são conhecidas por aumentar a energia, aumentar a resistência e o vigor mental.

Historicamente, a Rhodiola tem sido utilizada para estimular o sistema nervoso, diminuir a depressão, melhorar a performance laboral, eliminar a fadiga e prevenir enjoo em altitudes elevadas. Muitos de seus benefícios são atribuídos a seus compostos como as salidrosides (rhodiolosides), rosavinas e p-tirosol. A Rhodiola contem potente ação antioxidante e anticancerígena devido à presença de diversos compostos fenólicos. 

Existem diversos estudos sobre os efeitos da Rhodiola principalmente no aumento do foco, energia mental, redução da fadiga e sintomas relacionados ao estresse e ansiedade. Além disso, a Rhodiola é tida como amplamente segura, não apresentando resultados adversos significativos em nenhum dos estudos mencionados.

Estudos sobre a Rhodiola rosea

Energia e Saúde Cognitiva

No ano de 2000, um estudo duplo-cego e controlado por placebo analisou, por duas semanas, o impacto da Rhodiola na fadiga mental de 56 médicos saudáveis durante plantões noturnos. Os efeitos da Rhodiola foram medidos em testes envolvendo complexas funções de percepção e cognição como associação de pensamento, memória de curto prazo, cálculo, capacidade de concentração e velocidade de percepção visual. Em todos os testes, o grupo submetido ao uso de Rhodiola apresentou melhora estatisticamente significativa. O estudo sugere que a Rhodiola pode reduzir a fadiga mental em situações de estresse.

Ainda no ano de 2000, outro estudo, duplo-cego e controlado por placebo, submeteu estudantes de intercâmbio ao uso de Rhodiola por 20 dias. O grupo tratado com a planta apresentou melhora na fadiga mental e neuromotora de forma significativa quando comparado ao grupo placebo. 

Em 2003, um estudo duplo-cego, controlado por placebo, analisou o impacto da Rhodiola em uma população uniforme de 161 cadetes entre 19 e 21 anos. O uso da Rhodiola resultou em um pronunciado efeito anti-fadiga com alta significância estatística quando comparado ao grupo placebo.

Em 2009, um estudo duplo-cego, controlado com placebo, submeteu 60 indivíduos, entre 20 e 55 anos, ao uso de Rhodiola por 28 dias. Nenhum efeito colateral significativo foi reportado. Além disso, melhoras significativas foram observadas com relação a fadiga, saúde mental, atenção, além de redução nos níveis de cortisol. O estudo conclui pelos efeitos positivos da Rhodiola no tratamento da fadiga, aumento da capacidade mental, particularmente na abilidade de concentrar, e na redução de cortisol em pacientes com fadiga e estresse elevados. 

Em 2010, um artigo de revisão analisou a literatura sobre a Rhodiola no que tange sua composição química, atividade farmacológica e uso oficial na medicina. O artigo conclui que a Rhodiola Rosea possui evidências tradicionais e farmacológicas robustas no seu uso para fadiga, e evidências em ascendência que suportam o benefício para cognição (principalmente habilidade de concentrar), ansiedade e humor.

Em 2017, em dois estudos não controlados, com 218 indivíduos com sintomas prolongados de fadiga, o uso de Rhodiola resultou em redução clara dos sintomas de fadiga já a partir da primeira semana com contínuo declínio após. Além disso, nenhum dos estudos relatou efeito colateral adverso.

Em 2018, um estudo controlado e duplo-cego, analisou o impacto do uso da Rhodiola por 4 semanas em 26 alunos do sexo masculino. O uso de Rhodiola resultou em melhor performance mental (mais acertos) e menor tempo de reação. Não foi observada melhora na performance física nem redução nos níveis de cortisol. Em 2020, um estudo de 12 semanas com 50 adultos também concluiu pelos benefícios da Rhodiola na velocidade de raciocínio e melhor performance mental.

Referências:

1 Rhodiola Rosea in Stress Induced Fatigue - A Double Blind Cross-Over Study of a Standardized Extract SHR-5 With a Repeated Low-Dose Regimen on the Mental Performance of Healthy Physicians During Night Duty.

V Darbinyan , A Kteyan, A Panossian, E Gabrielian, G Wikman, H Wagner, 2000

2 A Double-Blind, Placebo-Controlled Pilot Study of the Stimulating and Adaptogenic Effect of Rhodiola Rosea SHR-5 Extract on the Fatigue of Students Caused by Stress During an Examination Period With a Repeated Low-Dose Regimen.

A A Spasov , G K Wikman, V B Mandrikov, I A Mironova, V V Neumoin, 2000

3 A Randomized Trial of Two Different Doses of a SHR-5 Rhodiola Rosea Extract Versus Placebo and Control of Capacity for Mental Work.

V A Shevtsov , B I Zholus, V I Shervarly, V B Vol'skij, Y P Korovin, M P Khristich, N A Roslyakova, G Wikman, 2003

4 Rhodiola rosea: A Versatile Adaptogen.

Farhath Khanum, Amarinder Singh Bawa, and Brahm Singh, 2005

5 A Randomised, Double-Blind, Placebo-Controlled, Parallel-Group Study of the Standardised Extract shr-5 of the Roots of Rhodiola Rosea in the Treatment of Subjects With Stress-Related Fatigue

Erik M Olsson , Bo von Schéele, Alexander G Panossian, 2009

6 Rosenroot (Rhodiola Rosea): Traditional Use, Chemical Composition, Pharmacology and Clinical Efficacy.

A Panossian , G Wikman, J Sarris, 2010

7 Rhodiola Rosea in Subjects With Prolonged or Chronic Fatigue Symptoms: Results of an Open-Label Clinical Trial.

Yevgeniya Lekomtseva, Irina Zhukova, Anna Wacker, 2017

7 Multicenter, open-label, exploratory clinical trial with Rhodiola rosea extract in patients suffering from burnout symptoms.

Siegfried Kasper and Angelika Dienel, 2017

Stress e Ansiedade

Em 2007, um estudo controlado e duplo-cego, submeteu 89 participantes, de 18 a 70 anos de idade, ao uso de Rhodiola por 6 semanas. O tratamento resultou em melhora significativa de sintomas de depressão (medidos pela escala Hamilton e Beck), de insônia, de estabilidade emocional e de somatização (mas não de auto estima). A mesma melhora não ocorreu no grupo placebo. 

Em 2009, um estudo duplo-cego, controlado com placebo, submeteu 60 indivíduos, entre 20 e 55 anos, ao uso de Rhodiola por 28 dias. Nenhum efeito colateral significativo foi reportado. Além disso, melhoras significativas foram observadas com relação a fadiga, saúde mental, atenção, além de redução nos níveis de cortisol. O estudo conclui pelos efeitos positivos da Rhodiola no tratamento da fadiga, aumento da capacidade mental, particularmente na abilidade de concentrar, e na redução de cortisol em pacientes com fadiga e estresse elevados. 

Em um estudo de 2009, ratos com estresse induzido foram tratados com Rholdiola durante 3 semanas. O uso de Rhodiola reverteu todas as mudanças mapeadas decorridas do estresse. O estudo conclui que o uso da Rhodiola resultou em potente inibição das mudanças comportamentais e psicológicas induzidas pela exposição ao estresse.

Em 2010, um artigo de revisão analisou a literatura sobre a Rhodiola no que tange sua composição química, atividade farmacológica e uso oficial na medicina. O artigo conclui que a Rhodiola Rosea possui evidências tradicionais e farmacológicas robustas no seu uso para fadiga, e evidências em ascendência que suportam o benefício para cognição (principalmente habilidade de concentrar), ansiedade e humor.

Em 2012, um estudo, não controlado, submeteu 101 indivíduos com sintomas de estresse ao uso de Rholdiola por 4 semanas. Em todos os testes a que foram submetidos, os indivíduos apresentaram relevante melhora no que tange aos sintomas do estresse, danos funcionais e efeito terapêutico. O tratamento foi bem tolerado e o estudo conclui que a Rhodiola é segura e efetiva na melhora dos sintomas do estresse com relevância clínica. 

Em uma analise de 2018, os autores revisaram a literatura com o objetivo de encontrar estratégias clinicamente significativas para o tratamento dos sintomas do estresse e suas consequências, incluindo síndrome de burnout e outras doenças. A analise conclui que a Rhodiola preenche importantes requisitos, oferece tratamento compreensivo aos sintomas do estresse e pode prevenir complicações crônicas relacionadas ao estresse. A analise também menciona que a Rhodiola é o principal adaptogênico aprovado pelo Comitê de Produtos de Medicina Herbal Europeu (HMPC/EMA) para o tratamento do estresse.

Referências:

1 Rhodiola rosea: A Versatile Adaptogen.

Farhath Khanum, Amarinder Singh Bawa, and Brahm Singh, 2005

2 Clinical Trial of Rhodiola Rosea L. Extract SHR-5 in the Treatment of Mild to Moderate Depression.

V Darbinyan , G Aslanyan, E Amroyan, E Gabrielyan, C Malmström, A Panossian, 2007

3 Effects of Rhodiola Rosea L. Extract on Behavioural and Physiological Alterations Induced by Chronic Mild Stress in Female Rats.

L Mattioli , C Funari, M Perfumi, 2009

4 A Randomised, Double-Blind, Placebo-Controlled, Parallel-Group Study of the Standardised Extract shr-5 of the Roots of Rhodiola Rosea in the Treatment of Subjects With Stress-Related Fatigue

Erik M Olsson , Bo von Schéele, Alexander G Panossian, 2009

5 Rosenroot (Rhodiola Rosea): Traditional Use, Chemical Composition, Pharmacology and Clinical Efficacy.

A Panossian , G Wikman, J Sarris, 2010

6 Therapeutic Effects and Safety of Rhodiola Rosea Extract WS® 1375 in Subjects With Life-Stress Symptoms--Results of an Open-Label Study.

D Edwards , A Heufelder, A Zimmermann, 2012

7 Stress Management and the Role of Rhodiola rosea: A Review.

Ion-George Anghelescu , David Edwards , Erich Seifritz , Siegfried Kasper, 2018

Humor

Em 2007, um estudo controlado e duplo-cego, submeteu 89 participantes, de 18 a 70 anos de idade, ao uso de Rhodiola por 6 semanas. O tratamento resultou em melhora significativa de sintomas de depressão (medidos pela escala Hamilton e Beck), de insônia, de estabilidade emocional e de somatização (mas não de auto estima). A mesma melhora não ocorreu no grupo placebo. 

Em 2010, um artigo de revisão analisou a literatura sobre a Rhodiola no que tange sua composição química, atividade farmacológica e uso oficial na medicina. O artigo conclui que a Rhodiola Rosea possui evidências tradicionais e farmacológicas robustas no seu uso para fadiga, e evidências em ascendência que suportam o benefício para cognição (principalmente habilidade de concentrar), ansiedade e humor.

Em 2015, um estudo controlado comparou o efeito da Rhodiola versus a Sertralina, um antidepressivo (Zoloft), em 57 indivíduos com sintomas de depressão de leve a moderado. Os resultados foram observados nos testes de Hamilton, BDI e CGI/C. Não houve diferença significativa entre os grupos, porém houve melhora nos resultados em ambos os grupos versus o grupo placebo. O estudo conclui que a Rhodiola foi melhor tolerada e pode ser mais favorável no trato de indivíduos com sintomas leves a moderados de depressão.

Um compilado de 2016 analisou nove estudos clínicos, envolvendo 860 indivíduos, controlados e não controlados, sobre as propriedades da Rhodiola no trato de sintomas da depressão e estresse. A analise conclui que a Rhodiola apresenta diversos efeitos na regulação celular em resposta ao estresse, afetando diversos componentes das redes neuroendócrinas e neurotransmissoras associadas a efeitos benéficos no humor.

Referências:

1 Clinical Trial of Rhodiola Rosea L. Extract SHR-5 in the Treatment of Mild to Moderate Depression.

V Darbinyan , G Aslanyan, E Amroyan, E Gabrielyan, C Malmström, A Panossian, 2007

2 Rosenroot (Rhodiola Rosea): Traditional Use, Chemical Composition, Pharmacology and Clinical Efficacy.

A Panossian , G Wikman, J Sarris, 2010

3 Rhodiola rosea versus sertraline for major depressive disorder: A randomized placebo-controlled trial.

Jun J. Mao, Sharon X. Xieb, Jarcy Zeeb, Irene Soeller, Qing S.Li, Kenneth Rockwell, Jay D. Amsterda

4 Rhodiola Rosea L. As a Putative Botanical Antidepressant.

Jay D Amsterdam , Alexander G Panossian

Os estudos científicos aqui contemplados são para informação somente. Os resultados reportados não necessariamente ocorrerão em todos os indivíduos. A SetYou provê tal informação como um serviço gratuito e não recebe qualquer compensação pelos estudos referenciados.

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